O achômetro é um instrumento de péssima precisão


Ouvi essa frase anos atrás, quando trabalhei na Etufor, de um mentor que eu respeito muito. E, olha, nunca mais esqueci.
Naquele momento, caiu a ficha: quantas vezes a gente toma decisões só no "eu acho que…", sem dado, sem estudo, sem observar de verdade o contexto?
O resultado é previsível: se der certo, foi sorte. Se der errado, foi justamente o que deveria acontecer.
O abismo entre achismo e fatos
Com o tempo, entendi que existe um abismo entre agir por achismo e agir por fatos:
- O achismo gera ansiedade e retrabalho
- A análise de dados e estudos gera confiança e consistência
- O achismo pode até dar um resultado rápido, mas dificilmente se sustenta
A lição que ficou
No fim, o que mais aprendi foi: decisões precisam de evidências, não de palpites.
E quando falta dado, o melhor passo é admitir isso e buscar informação — não inventar.
Esse conteúdo foi originalmente publicado no LinkedIn.
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