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O que um brasileiro, um venezuelano, uma peruana e um português têm em comum?

Ronald Araújo
Ronald Araújo
·1 min de leitura
O que um brasileiro, um venezuelano, uma peruana e um português têm em comum?

Aprender inglês!

Há algum tempo, eu entrei em uma turma de inglês que parecia mais uma mini ONU. Cada aula era um encontro de sotaques, culturas e histórias diferentes — e, ao mesmo tempo, todos nós estávamos ali pelo mesmo motivo: vencer uma barreira.

O mito de "não é pra mim"

Durante muito tempo, eu achei que aprender inglês era algo distante. Achava que não era pra mim, que não se encaixava na minha rotina.

Mas a verdade é que, no mundo de hoje, não falar inglês é como ficar de fora de metade das oportunidades que aparecem.

Pode soar exagerado, mas pense: quantas portas já deixaram de se abrir simplesmente por falta de comunicação? Quantos conteúdos, eventos ou conexões internacionais passaram batido?

Nunca é tarde

Hoje, olhar pra trás e ver o quanto já evoluí é uma sensação incrível. Mas mais do que isso, é entender que nunca é tarde pra começar.

O conselho que fica

Se eu pudesse deixar um conselho pra quem ainda está adiando esse passo, seria:

Comece. Fale inglês. Mesmo com erros, mesmo devagar. O importante é estar a caminho.


Esse conteúdo foi originalmente publicado no LinkedIn.

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