Programar do jeito clássico acabou — e tudo bem


O que eu aprendi ao desenvolver o meu primeiro ChatAI para o nicho de laudos?
A verdade é que programar do jeito "clássico" acabou.
Um final de semana, uma versão funcional
Recentemente, desenvolvi um ChatAI exclusivo para geração de laudos médicos no Portal de Laudos. Em um único final de semana, com a ajuda do GitHub Copilot e do Claude Sonnet 3.7, eu já tinha uma versão funcional pronta para testes com stakeholders.
Sem fóruns. Sem StackOverflow. Sem abrir 15 abas no navegador.
Foi um processo direto: eu pensava, escrevia e a IA respondia com soluções.
O novo jeito de codar
Hoje, codar se parece muito mais com ter um par sênior ao lado, 24/7, do que com aquele sofrimento solitário de "googlar erro" que a gente viveu por anos.
Mas o que me deixou mais empolgado nem foi isso. Foi ver o chat funcionando, entendendo o contexto, interpretando especialidades médicas, gerando laudos coerentes com base em modelos reais.
O novo papel do dev
No final, percebi que o papel do dev não é mais saber tudo — é saber o que perguntar e como orquestrar.
A capacidade técnica continua importante, mas o diferencial agora é outro: é entender o problema, fazer as perguntas certas e conduzir a IA como ferramenta, não como muleta.
Quem entender isso cedo, vai longe.
Esse conteúdo foi originalmente publicado no LinkedIn.
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