Double check não é paranoia. É maturidade.


Quantas vezes você já ouviu?
"Não dá para fazer." "Não funciona." "Esse cliente não quer."
A espuma mágica
Mês passado fui ao mercado com uma missão simples: comprar uma tal de "espuma mágica". Nunca tinha comprado aquilo antes. Então fui direto para um corredor e perguntei para três repositores que estavam conversando.
Um respondeu: "Não tem."
Os outros dois confirmaram: "Não tem mesmo."
Três pessoas. Mesma resposta. Caso encerrado, certo?
Quase.
Continuei fazendo minhas compras normalmente. Em outro corredor, vi um funcionário sozinho organizando algumas prateleiras e resolvi perguntar de novo.
Ele respondeu na hora: "Tem sim. Fica naquele corredor ali."
Fui lá. E a espuma mágica estava lá.
O ponto não é sobre mercado
O ponto aqui não é sobre mercado. É sobre double check.
Não é sobre desconfiar das pessoas. É sobre entender que nem toda resposta é definitiva. Às vezes é só limitada pelo contexto de quem respondeu.
No mundo da tecnologia isso acontece o tempo todo:
- "Não dá para fazer."
- "Não funciona."
- "Esse cliente não quer."
Muitas decisões morrem na primeira negativa.
Mas às vezes tudo o que faltava era perguntar para outra pessoa. Ou perguntar de outra forma. Ou olhar por outro ângulo.
Double check é maturidade
Double check não é paranoia. É maturidade.
Porque 99% das vezes, a primeira resposta não é a mais completa. É só a mais rápida.
E você? Quando foi a última vez que uma segunda pergunta mudou completamente a resposta?
Esse conteúdo foi originalmente publicado no LinkedIn.
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