Não é o que eu faço, é por quê eu faço


Recentemente, durante um curso ministrado pela professora Loraine Müller, uma frase ficou ecoando na minha cabeça:
"Não é o que eu faço, é por quê eu faço, qual o sentido daquilo que eu faço."
À primeira vista, parece só mais uma frase bonita sobre propósito. Mas quando você traz isso para a carreira, a coisa muda de nível.
O "o que" é fácil
Na tecnologia, é muito fácil responder o que fazemos. Desenvolvo sistemas. Lidero projetos. Faço code review. Entrego features.
Mas poucas vezes paramos para responder o porquê.
- Por que você escolheu essa área?
- Por que continua nela?
- Por que aceita certos projetos e recusa outros?
- Por que trabalha do jeito que trabalha?
Piloto automático não garante direção
Quando o "o que" vira automático e o "por quê" fica esquecido, a carreira começa a rodar no piloto automático. E piloto automático pode até manter o sistema funcionando...
Mas não garante direção.
O que é maturidade profissional?
Talvez maturidade profissional não seja só ganhar mais, saber mais ou liderar mais pessoas. Talvez seja ter clareza do sentido por trás das decisões.
Porque quando o sentido está claro, o esforço deixa de ser só obrigação. Vira construção.
Essa reflexão tem me acompanhado nos últimos meses. E tem influenciado algumas coisas que estou estruturando para breve. Em breve mesmo.
E você? Consegue responder com clareza por que faz o que faz?
Esse conteúdo foi originalmente publicado no LinkedIn.
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